24.12.11

937. A chave

A chave para compreender os outros é primeiramente compreender a si próprio.

Anônimo

22.12.11

936. Coisa mais importante pra fazer!

Não posso me dar ao luxo de gastar meu tempo para fazer dinheiro.

Louis Agassiz

21.12.11

935. A rotina do futuro

O segredo de seu futuro está oculto em sua rotina diária.

Mike Murdock

15.12.11

934. Confiança de mais, confiança de menos

Você pode ser enganado se confiar demais, mas viverá em tormento se não confiar o suficiente.

Frank Cran

14.12.11

933. Rir & chorar

É mais fácil fácil as pessoas chorarem do que fazê-las rir.

Anônimo

13.12.11

932. Beleza, fé e dúvida

A beleza da luz nasce da escuridão – não há fé mais forte e melhor do que aquela que se origina da dúvida.

Ross Turnbull

12.12.11

931. Sinais de uma celebridade

Um dos sinais de que se é uma celebridade é quando seu nome vale mais do que o seu serviço.

David Boorstin

10.12.11

930. Fácil

É mais fácil trocar de religião do que de café.

Georges Courteline

9.12.11

929. Banalidade e hábito

Pois o homem é feito de banalidade,

E nomeia o hábito sua ama.

Friedrich von Schiller

8.12.11

928. A segunda natureza

O hábito é uma segunda natureza, que nos impede de conhecer a primeira, da qual não possui nem as crueldades nem os encantos.

Marcel Proust

6.12.11

926. O hábito pode salvar sua vida

Ninguém deve dizer adeus aos próprios hábitos. Muitos suicidas se detiveram ni limiar da morte ao pensar aonde vão jogar todas as noites sua partida de dominó.

Honoré de Balzac

4.12.11

924. Hábito

Não há nada de tão absurdo que o hábito não torne aceitável.

Erasmo de Roterdã

3.12.11

923. Uniforme

É o uniforme que faz esquecer aquele que o veste.

Enzo Biagi

2.12.11

922. A cada qual o seu

Para aqueles que não são capazes de crer, existem os ritos; para aqueles que não são capazes de inspirar respeito por si mesmos, existe a etiqueta; para aqueles que não sabem se vestir, existe a moda; para aqueles que não sabem criar, exis­tem as convenções e os clichês. É por isso que os burocratas amam os cerimoniais; os padres, os ritos; os pequeno-burgueses, as conveniências sociais; os galanteadores, a moda; e os atores, as convenções teatrais, os estereótipos e um inteiro ritual de ações cênicas.

Stanislavski

1.12.11

921. A irmã da moda

Moda: – Sou a moda, tua irmã.

Morte: – Minha irmã?

Moda: – Não te lembras de que nós duas nascemos da Caducidade?

Giacomo Leopardi

29.11.11

920. Assim falou Paulo Francis (10 de 10): Mal de Alzheimer

As manchetes sensacionais sobre AIDS escon­dem o lato de que a mais séria epidemia do nosso tempo é outra. É a doença de Alzheimer. Destrói as células do cérebro, eliminando a memória e a coerência. Há no momento cerca de 2 milhões de pacientes registrados nos EUA pelo Centro de Controle de Doenças de Atlanta. A AIDS matou cerca de 30 mil pessoas nos EUA em 1995. Alzheimer, cerca de 5 milhões, desde que foi identificada, na pala­vra do Centro. Como de costume, os médicos não têm a menor ideia das causas de Alzheimer. Sabem que dá muito em gente de uma certa idade. A vítima se torna débil mental. Tem de ser tratada como criança e, ao mesmo tempo, tendo perdido a memória, nem ao menos estabelece a ponte de contato humano com quem a trata.

28.11.11

919. Assim falou Paulo Francis (9 de 10): sobre Woody Allen–parte 2

Crimes e pecados é o filme europeu que eu e muitos outros disse­mos que Woody nunca faria. É sofisticado sem ser pomposo. A vontade é cantar como Cole Porter, "You're the top"...

27.11.11

918. Assim falou Paulo Francis (8 de 10): sobre Edward Albee–parte 2

Há momentos em Três mulheres altas em que a conversa tem a variedade, a melodia, o sentimento de um terceto de Mozart. Essa capacidade feminina de sentir tudo e todos é o que de mais invejável tem a mulher. Albee, o autor de Quem tem medo de Virgínia Woolf?, 1962, renasceu em Três mulheres altas. Salve. Passou 32 anos no deserto.